BBAS3 acumula alta de 7,55% em setembro e recupera as principais médias móveis, mas proximidade da sobrecompra exige cautela.
As ações do Banco do Brasil (BBAS3) ganharam força em setembro e voltaram ao campo positivo em 2026. O papel acumula alta de 7,55% no mês e 3,32% no ano, após reagir a partir do suporte de R$ 17,67.
A recuperação levou a ação novamente para cima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, melhorando a configuração técnica. No último pregão, porém, BBAS3 recuou 1,86%, encerrando a sessão a R$ 22,24.
O movimento ainda é interpretado como uma realização de lucros após a forte valorização recente. Ao mesmo tempo, o IFR de 14 períodos está em 69,78 pontos, próximo da região de sobrecompra, o que pode favorecer novas correções ou um movimento de pullback.
Para que BBAS3 retome a trajetória de alta, o principal desafio está nas resistências de R$ 23,21 e R$ 23,90. Um rompimento dessas regiões, especialmente acompanhado de volume comprador, pode abrir espaço para R$ 25,20 e R$ 27,43.
Em um movimento mais amplo, a ação poderia buscar novamente sua máxima histórica de R$ 28,83.
Por outro lado, a perda de R$ 21,47 aumentaria a pressão vendedora e poderia levar o papel aos suportes de R$ 19,78, R$ 18,76 e R$ 17,67. Abaixo de R$ 17,67, o próximo nível relevante seria R$ 16,90.
No gráfico semanal, a estrutura também apresenta melhora. A ação voltou a ficar acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, depois da reação iniciada em R$ 17,67.
A primeira resistência no semanal está em R$ 22,84. Caso seja superada, BBAS3 pode ganhar força para buscar R$ 25,20, R$ 27,43 e, posteriormente, a máxima histórica de R$ 28,83.
No cenário negativo, a perda de R$ 21,45 enfraqueceria a recuperação e poderia levar o papel novamente para a região de R$ 17,67. Se esse suporte também for perdido, os próximos níveis ficam em R$ 16,90, R$ 14,90 e R$ 12,78.
Suportes: R$ 21,47; R$ 19,78; R$ 18,76; R$ 17,67; R$ 16,90.
Resistências: R$ 23,21; R$ 23,90; R$ 25,20; R$ 27,43; R$ 28,83.
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