Aplicativo do Tesouro Direto foi desativado nesta segunda-feira, mas investidores continuam com acesso à carteira, rentabilidade, compras e resgates pelo Portal do Investidor e pelas instituições financeiras.
O aplicativo do Tesouro Direto foi desativado nesta segunda-feira (17). Segundo o Ministério da Fazenda, a medida faz parte do processo de desenvolvimento de uma nova experiência digital para os investidores, que deverá ser apresentada futuramente.
A desativação do aplicativo, porém, não altera os investimentos já realizados pelos participantes do programa.
Os títulos adquiridos, valores investidos, rentabilidade e demais informações permanecem preservados.
Com o fim do aplicativo, os investidores passam a utilizar principalmente dois canais para acompanhar seus investimentos:
Por esses canais, continuam disponíveis as principais funcionalidades do programa.
O investidor poderá:
A desativação do aplicativo não exige nenhuma ação por parte de quem já possui títulos públicos.
Segundo o Tesouro Nacional, não é necessário transferir, cadastrar novamente ou realizar qualquer procedimento em relação aos investimentos existentes.
Os títulos continuam registrados normalmente, independentemente do canal utilizado para acompanhamento.
Na prática, a principal mudança é o canal de acesso.
Quem utilizava exclusivamente o aplicativo do Tesouro Direto precisará migrar para o Portal do Investidor ou utilizar o aplicativo de sua corretora ou banco.
A mudança não altera as características dos títulos, os valores investidos ou a rentabilidade das aplicações.
O Ministério da Fazenda informou que a desativação está relacionada ao desenvolvimento de uma nova experiência para os investidores.
Ainda não foram apresentados todos os detalhes sobre a futura solução, mas a expectativa é que o Tesouro Nacional apresente posteriormente a nova plataforma ou experiência digital.
Em resumo: o aplicativo saiu de operação, mas os investimentos continuam intactos e os serviços do Tesouro Direto permanecem disponíveis pelo Portal do Investidor e pelas instituições financeiras.
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